Sexta-feira à noite. Convívio. Caipirinhas para aperitivo (xiça!), frango de churrasco, batata frita, vinho regional alentejano, TV apagada, música da boa, jogo da moeda, shots de Moscatel, ilícitos, gelatina de morango com demasiada vodka. Oito pessoas, dois exemplares do sexo masculino... Curiosamente exemplares, no meu ponto de vista, devido ao facto de serem os únicos presentes com um relacionamento amoroso em princípio estável, e cujas respectivas relações não se encontravam presentes. Será isto um sinal dos tempos? De que a emancipação feminina é já tão real e inabalável na nossa geração e a igualdade entre sexos algo tão habitual que se meça na razão cada vez mais baixa entre jovens homens seriamente comprometidos e jovens mulheres incrivelmente disponíveis? Em véspera de um dia que se pretende sirva para comemorar a igualdade de deveres, direitos e oportunidades entre sexos (e não para servir de argumento para exterminar a contenção a que as próprias mulheres se sujeitam nos restantes 364/365 dias do ano), é interessante ver como houve mudanças comportamentais profundas em cerca de 25 anos. Viva o 8 de Março! Lembremos neste dia os feitos sociais, económicos e políticos das mulheres e celebremo-os todos os dias!
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A escutar: Jeff Buckley & Gary Lucas - Hymne à l'Amour
via FoxyTunes
domingo, 9 de Março de 2008
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2 comentários:
POis tá claro! Clarissimo como a água! E do festival da canção o que me dizes?
Nã vi... Nem sabia que tinha sido a VÂNIA a ganhar... (com tudo maiúsculo porque a miúda é grande!)
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